Olá, pessoal!
2 meses se passaram...nem eu mesma acredito que fiquei todo este tempo sem um post sequer...
A primeira desculpa seria os preparativos para o aniversário dos pequenos. Como fui eu quem fez os itens de decoração e lembrancinhas, todo o tempo vago que eu tinha eu respirava o aniversário. Ahhhh! Mas valeu a pena porque foi tudo muito simples, mas feito com muito amor.
Depois do aniversário, vieram algumas vacinas e estou sem saber até hoje se o perrengue que as crianças arrumaram foi reação das vacinas ou por causa da mudança de temperatura... Só sei que tivemos problemas como gripe forte, febrão, nariz escorrendo, uma otite de lambuja. No meio disto tudo, Paulinha estava atrás da porta e uma mãe desavisada apertou o dedo mindinho da pobrezinha. Não sei se doeu mais nela ou em mim, mas o negócio ficou feio, cheio de pus e tive que correr pro hospital ( de novo, porque a primeira vez foi pela otite do Otávio). Antibiótico na Paulinha e a unha feia caiu alguns dias depois.
Daí veio uma tosse infernal para azucrinar as nossas madrugadas. Muito choro, colinho e noites muito, mas muito mal dormidas. A tosse era com a Paulinha, daí, quando vinha a crise ela não sabia se tossia ou se chorava. Era um corre-corre para tirar a pequena do quartinho antes do Otávio se solidarizar com ela e abrir o berreiro também. Mas acontecia de termos uma sinfonia a plenos pulmões ( para isto eles estavam tinindo!) quando toda a vizinhança dormia o sono dos justos. E foi assim durante algumas váaaaarias noites...
Fomos ao hospital, então, pela terceira vez em menos de 10 dias: suspeita de alergia - tiramos os cobertores( quentinhos, mas cheio de pelinhos) das crianças e o meu belo tapete belga da sala, onde eles costumavam se refestelar.
Gente, os atendentes da Araújo aqui da esquina, drugstore de onde eu deveria ser sócia, já sabem até meu CPF e até hoje perguntam se a duplinha já se recuperou. Affff!!
Se um filho doente já é de lascar...dois então...
Mas para atualizar os acontecimentos: a unha da Paulinha caiu, mas tá nascendo outra no lugar, bem feinha por sinal. Mas minha filha é bonita por demais e não vai ser uma unha mais ou menos que vai estragar o conjunto da obra. A tosse da madrugada anda sumida e tomara, Deus, que perca o rumo daqui de casa e não volte onde nunca foi convidada a entrar. Acho que a Paulinha gostou tanto da atenção que recebeu durante os dias de peleja que agora está manhosinha. Vou ter que ir cortando as asinhas dela...
Otávio melhorou da otite assim que foi medicado. Glória! Está cada dia mais esperto, levado ( abrindo gavetas e retirando tudo que contém nelas) e não demora a soltar a mãozinha e sair correndo por aí...
Por hoje é só e prometo não sumir de novo por tanto tempo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Comunicação é tudo
Ainda não flagrei Otávio e Paulinha neste nível de comunicação, mas adoraria!!!!!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Visita ilustre
No domingo tivemos a ilustre visita do Nino! Para quem tá chegando agora, Nino é este simpático Shitsu, que chegou aqui em casa com 1 mês de vida e um pouco antes da chegada dos bebês tive que "doar" para o Henrique, meu enteado, por questão de logística. Se é que vcs me entendem. ( é que 2 bebês recém nascidos prematuros + um cachorro é bem over, neah!)
Mas rapidinho eles se soltaram.
Este danadinho continua lindo e brincalhão. Um fofo! E como tinha acabado de tomar banho tava super cheirosinho.
No início os pequenos ficaram reticentes...
Mas rapidinho eles se soltaram.
Logo, logo, o Nino teve que ter um pouco de paciência com tanto puxão que levou do Otávio. Como a gente já conhece o cachorro, sabemos que não há perigo a.lgum. Mas não recomendo que vcs tentem fazer isto em casa, hein? Hehehe...
Pelo olhar da pequena pessoa, acho que virou amor!
Detalhe do Nino roendo um mordedor dos meninos, que lógico, teve que ir para o lixon.
Vista aérea da farra.
Quem sabe daqui uns tempos a gente não arruma uma "Nina" e tira um filhotinho para Paulinha e Otávio?
Olha eu aí, querendo sarna para me coçar... me interna, gente!!!!
quinta-feira, 31 de março de 2011
As Três experiências de Clarice Lispector
Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. "O amar os outros" é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida . Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca. E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever. Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres. Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.
quinta-feira, 24 de março de 2011
O carnaval. Com super atraso!
Olá, pessoas!
Apesar do sumiço está tudo bem com toda a família.
Ando bastante atarefada, sem muito tempo de aparecer por aqui para dar notícias. E como tem novidades, viu? Mas vou postando aos poucos, na medida do possível.
Passamos o carnaval e o restinho da semana nas terras quentes tocantinenses que eu tanto amo. Deu prá matar as saudades de todos por lá e pra farrear bastante. Paulinha e Otávio se esbaldaram, sairam completamente do protocolo e da rotina e fizeram muitas coisas que foram completa novidade.
Só para vcs terem uma ideia de como foi:
Eita lugar bom ...amotanto!!!!!!
Apesar do sumiço está tudo bem com toda a família.
Ando bastante atarefada, sem muito tempo de aparecer por aqui para dar notícias. E como tem novidades, viu? Mas vou postando aos poucos, na medida do possível.
Passamos o carnaval e o restinho da semana nas terras quentes tocantinenses que eu tanto amo. Deu prá matar as saudades de todos por lá e pra farrear bastante. Paulinha e Otávio se esbaldaram, sairam completamente do protocolo e da rotina e fizeram muitas coisas que foram completa novidade.
Só para vcs terem uma ideia de como foi:
Eita lugar bom ...amotanto!!!!!!
sexta-feira, 4 de março de 2011
Em tempos de carnaval...
Em tempos de carnaval, já pensaram Paulinha e Otávio de Porquinha e Elefantinho?
Bom feriado para todos e ...muito juízo, viu?
Beijoss
quinta-feira, 3 de março de 2011
Na praia...
Fiquei devendo um post sobre como foi a nossa viagem para a praia.
Achava que ainda era muito cedo para irmos com os bebês. Ainda acho. Mas marido não deixou alternativa e lá fomos nós. Levei uma babá, mas mesmo assim, como TUDO sai do esquema, voltei muito mais cansada do que fui.
Paulinha e Otávio ainda não se sentavam sozinhos e isto foi um fator complicante. Nem piscininha deu para levar para a praia. Ela ficou em casa e foi usada como banheira. Aquela história de que quem não tem cão, caça com gato. E deu super certo, viu?
Na praia, eu chegava com umas 3 bolsas, com 354 coisas ( tinha que fazer check list para ver se não estava esquecendo nada...ai meu pai!), e sempre ficava num dos quiosques, debaixo de alguma árvore, que era para amenizar o calor. E quando os bebês não estavam no colo, ficavam no carrinho. Mas eles queriam mesmo era o chão. Aí já viu. Chão de areia tem jeito? Não mesmo!!!! Eles até que ficavam na esteira, mas queriam logo se mexer, sair do lugar, explorar e virava aquela bagunça...
E eu, acostumada a pegar um solzinho, fazer uma caminhadinha ou dar um mergulho, não tive tempo de fazer nada disto.
Não entraram na água, mas fiz questão de molhar os pezinhos. Otávio estranhou a temperatura, mas não teve medo. Já a Paulinha, quando a onda quebrava e fazia aquele barulhão, quase entrava em pânico. Fui conversando com ela para que ela sentisse mais segura, mas não sei se adiantou muito...
O melhor momento, para toda a família era quando caía a noite e levávamos os pequenos para um passeio no calçadão da praia. Brisa fresquinha, todo mundocansado, mas feliz...sono garantido para a noite inteira...ÊBA!!
Esta, sem dúvida foi uma das fotos mais bonitas que consegui fazer do nosso passeio. Momento soneca na areia da praia. E a mamãe e o papai aproveitando o momento sossego para tomar uma gelada, porque ninguém é de ferro.
Depois que passa a gente se esquece, mas eu não recomendaria para ninguém ir para praia com bebês tão pequenos. É cansativo e nem eles se divertem, nem você.
Daqui uns tempos, quando eles já estiverem andando, a gente volta com piscininha, baldinho de areia e um guarda sol bem grande!
Aí vamos fazer muitas fotos de castelinhos de areia.
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