quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Grávida: o que não pode faltar na mala
A seguir uma lista de documentos e outros itens importantes para levar na mala de mão ou na bolsa.
1. Passaporte, caso viaje ao exterior, carteira de identidade e habilitação.
Parece óbvio, mas com a cabeça avoada típica da gravidez vale a pena dar uma segunda checada antes de sair de casa.
Viajando dentro do Brasil e para os países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), você só precisará da identidade e da habilitação, caso pretenda alugar um carro.
Para outros países, leve o passaporte com o visto em dia (verifique isso antes). A carteira de motorista também será necessária para o aluguel de um carro.
2. Atestado do obstetra
Caso vá viajar em um estágio mais adiantado da gravidez (a partir da 28ª semana), peça uma carta ao seu médico contendo a data prevista para o parto e atestando que você está em condições de viajar.
3. Remédios
Leve os remédios que tem autorização do obstetra para tomar durante a gravidez, porque nunca se sabe, mesmo dentro do próprio Brasil, se será possível encontrá-los em outros lugares com facilidade.
Se estiver viajando para fora, é bom ter também uma receita médica para essas medicações, porque poderá ser necessário apresentá-la em certos países. Na dúvida, peça mais orientações ao agente de viagens.
4. Informações do seguro médico
Esclareça com sua seguradora, antes de viajar, qual a área de cobertura do seu plano e como ele funciona em outras partes do país.
No caso de viagens internacionais, há empresas especializadas em seguro de saúde por um período limitado. Se adquirir esse tipo de seguro, faça cópias da documentação e coloque-as em malas diferentes (por exemplo, uma na sua bolsa e uma na mala). Tenha também um número de contato da seguradora no país para onde vai.
Não deixe de se informar previamente sobre os serviços de saúde em geral do local que visitará. Veja se há hospitais de grande porte, atendimento de emergência, postos de saúde e ainda se a rede é pública (como no caso de muitos países europeus) ou majoritariamente privada (como nos Estados Unidos).
Fonte: http://www.babycenter.com/
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Varizes
As varizes surgem ou ficam piores durante a gravidez devido à pressão do útero em crescimento sobre as veias pélvicas e a veia cava inferior (uma grande veia da parte direita do corpo que recebe sangue dos membros inferiores e de boa parte dos órgãos pélvicos e abdominais). Isso aumenta a pressão nas veias das pernas e leva ao aparecimento das varizes. Com o desenvolvimento do bebê e do útero, essas veias tendem a se tornar ainda mais evidentes.
A elevação nos níveis de progesterona também provoca o relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos. Com isso, veias "azuladas" ou com um aspecto mais inchado podem aparecer sob a pele, causando alguma dor ou, em muitos casos, nenhum incômodo. Embora nem um pouco agradáveis, as varizes tendem a melhorar uma vez que o bebê nasça. Diversos fatores, incluindo histórico familiar e obesidade, contribuem para a formação das varizes.
As varizes da gestação são mais comuns nas pernas, embora possam ser observadas em qualquer parte do corpo. Tecnicamente, as hemorróidas são varizes na área do reto.
Se não dá para evitar completamente, pelo menos dá para minimizá-lo. O primeiro passo é evitar pressão demais nas pernas durante a gravidez. Incorpore alguns hábitos descritos abaixo ao seu dia-a-dia, mesmo antes de ter o problema:
• Exercite-se diariamente -- vale até uma caminhada em ritmo mais acelerado em volta do quarteirão.
• Eleve seus pés e pernas sempre que possível: mantenha um banquinho ou uma caixa embaixo da sua mesa, e, quando estiver em casa, tente deitar sobre seu lado esquerdo, com os pés elevados por um travesseiro (e coloque outro nas costas para se manter nessa posição virada). Como a veia cava inferior fica do lado direito, ao se deitar do esquerdo, você alivia a pressão do útero contra a veia, diminuindo assim a pressão nas extremidades inferiores.
•O uso das meias elásticas, que deve respeitar o período da gestação:
-Primeiro ao Terceiro mês: Meias elásticas de suave compressão;
-Terceiro ao Sexto mês: Meias elásticas de média compressão;
-Sexto ao Nono mês: Meias elásticas de alta compressão
O uso das meias de compressão na gravidez deve ser feito da seguinte forma: após acordar e ir ao banheiro, retorne para cama e coloque as pernas na parede no ângulo de 45º por quinze minutos. Após este tempo deve vestir a meia elástica nesta mesma posição, deitada e com as pernas para cima. A meia de compressão para gestante tem espaço para acompanhar o crescimento da barriga.
Mas fique prevenida de que essas meias podem incomodar e esquentar.
• Não fique de pé por períodos prolongados.
• Não cruze as pernas ao sentar (depois de certa altura você já não vai conseguir esse feito).
• Saiba que o ganho excessivo de peso pode contribuir para o aparecimento de varizes.
As varizes podem coçar e até doer, mas sua pior consequência é mesmo na vaidade das mulheres. É improvável que causem problemas circulatórios crônicos ou levem a coágulos de sangue (trombo). Somente cerca de 5 por cento das pessoas que já apresentam varizes desenvolvem pequenos coágulos de sangue nas veias.
Se você notar vermelhidão e sensibilidade na superfície das varizes, além de febre, dor nas pernas ou taquicardia, fale com seu médico o mais rápido possível. Em uma pequena porcentagem dos casos, taquicardia e/ou falta de ar repentina podem ser sinais de embolia pulmonar (quando um coágulo migra para os pulmões). Caso tenha tais sintomas, vá para o pronto-socorro mais próximo.
Às vezes as varizes melhoram por conta própria três ou quatro meses depois de o bebê nascer. Mas, se as veias mais saltadas se tornarem um problema, dá para operá-las.
Um conselho: caso queira fazer tal cirurgia, vale a pena esperar primeiro para ter todos os filhos que você deseja, porque, infelizmente, as varizes tendem a piorar a cada nova gravidez.
Nomes Escolhidos!

Paula, foi papai quem escolheu numa representativa homenagem a si mesmo! Já vai nascer com apelido: Paulinha!
Origem: Latim.
A escolha de Otávio ficou por conta da mamãe. Acho um nome forte, simples e não muito comum. Alguém aí duvida que vai ser Tavinho? A família toda adora diminutivos!!!
Otávio significa o oitavo filho ( mas eu não ia ter 8 filhos, ne gente?...hehehe...) e indica um pacifista nato. Ele faz o possível e o impossível para manter um clima amoroso e tranqüilo entre as pessoas. Além disso, tem sempre um bom conselho para dar.
Origem: Latim.
Pronto, os babies já tem sua primeira propriedade!
Viajando na gravidez
1. Reduza o estresse
Em primeiro lugar, reserve tudo o que puder antes da viagem, incluindo assentos no avião (os do corredor são mais indicados por causa das frequentes idas ao banheiro), refeições especiais e quartos de hotéis ou pousadas.
Parta do princípio de que haverá trânsito ou algum complicador para chegar ao aeroporto, estação de trem ou rodoviária, e saia de casa com bastante antecedência.
Procure fazer malas leves, levando somente o que conseguir carregar, ou seja, o menos possível.
Mas o mais importante de tudo mesmo é manter o bom humor. Sim, os hormônios podem deixá-la sempre pronta para gritar ou chorar, porém faça um esforço para encarar filas ou atrasos como meros obstáculos para alcançar seu destino de relaxamento. Tente se desligar com a ajuda de um bom livro ou da música de sua preferência.
2. Preserve sua energia
Não é porque você está grávida que suas férias não possam envolver atividades físicas. Dá perfeitamente para caminhar, visitar museus ou comer fora, lembrando somente que você vai ficar cansada mais rápido e que não terá o mesmo ritmo de sempre.
É importante arranjar um tempinho diariamente para recuperar o fôlego. Tome um bom banho de banheira, tire uma soneca, coloque os pés para cima, leia na praia ou até se dê ao luxo de pedir comida no quarto. Dessa forma, você se manterá energizada e com forças para aproveitar a viagem inteira.
3. Alimente-se direito
Mulheres grávidas têm ainda mais obrigação de se alimentar com regularidade e de um jeito saudável, para proteger o seu próprio organismo e o do bebê.
Ficar sem comer durante a viagem poderá deixá-la enjoada e com tontura, por isso, antes de partir, inclua na mala de mão lanchinhos para a hora do aperto, como barras de cereal, frutas secas ou bolachas salgadas.
Tenha também uma garrafa de água para beber com frequência e evitar a
desidratação -- algo a que você está mais suscetível, especialmente dentro de aviões. A ingestão de líquidos ajuda também a impedir que seus pés e mãos inchem.
Uma vez que chegue ao destino, procure comer frutas, verduras e proteínas e fazer refeições menores de cinco a seis vezes por dia. Uma alimentação mais leve diminui as chances de a azia aparecer.
4. Não deixe de ir ao banheiro
Os banheiros dos aviões, ônibus, trens e paradas da estrada geralmente são bem concorridos, e os públicos, muitas vezes mais sujos do que você tem estômago para aguentar. Assim sendo, sempre que encontrar um toalete limpo e disponível, use.
Mesmo que as instalações não sejam impecáveis, é melhor garantir e ir, porque não dá para prever quando uma outra oportunidade surgirá. Tente planejar com antecedência. Vá a banheiros de restaurantes ou lojas de conveniência durante paradas na estrada ou aos dos aeroportos antes de embarcar.
Independentemente do destino, é sempre bom estar preparada para banheiros desprovidos de papel higiênico. Algumas mulheres levam um estoque de papel em um saquinho dentro da bolsa ou lenços descartáveis para assoar o nariz -- ou até lenços umedecidos. Outro item indispensável é um gel antibactericida para as mãos, à base de álcool, encontráveis em qualquer farmácia.
No caso de viagens de carro, dá até para levar um recipiente de boca larga com tampa, como um pote vazio de maionese ou conservas, para situações de emergência.
Descomplique sua vida vestindo roupas facilmente tiráveis. Escolha peças separadas ou vestidos em vez de macacões. No momento da pressa, quanto mais simples, melhor.
5. Cuide de suas pernas e pés
Longos períodos sentada podem deixar seus tornozelos e pés inchados e suas pernas com cãibra. Se estiver viajando de carro, procure parar pelo menos a cada hora e meia para esticar as pernas e dar uma caminhada.
Caso esteja em um avião, trem ou ônibus e haja um lugar vazio ao lado, ponha os pés para cima.
No avião, tire os sapatos e coloque uma meia bem grossa ou chinelos para andar um pouco. Eleve as pernas colocando os pés em cima da mala de mão posicionada embaixo do assento da frente.
Seus pés provavelmente vão inchar de qualquer jeito, com ou sem sapatos, portanto escolha um modelo largo, com espaço para isso. Em viagens, nada é mais importante para as futuras mamães do que sapatos confortáveis. Os melhores têm sola antiderrapante e algum tipo de acolchoado para a planta do pé (tênis para atividades aeróbicas são um bom exemplo).
Mantenha a circulação do sangue. Se estiver sentada ou de pé, estique a perna e movimente a ponta do pé na direção do corpo e depois para fora, suavemente estendendo os músculos da panturrilha. Sentada, faça movimentos circulares com os pés em volta do tornozelo e movimente os dedos do pés também.
A gravidez sobrecarrega o sistema circulatório, facilitando o aparecimento de tromboses (coágulos de sangue) e varizes.
Muitos médicos recomendam o uso de meias elásticas com alguma compressão, as quais aliviam o inchaço e a dor nas pernas. Experimente colocá-las antes de levantar da cama de manhã e só as tire no fim do dia, durante a viagem.
6. Informe-se sobre vacinas
A situação ideal é tomar quaisquer vacinas necessárias ao menos três meses antes de engravidar.
Se você não fez isso e precisa viajar para uma área onde alguma doença mais grave é endêmica, converse então com seu obstetra sobre os possíveis riscos de uma vacina em comparação aos possíveis riscos de pegar uma doença que vá afetar você ou o bebê.
De modo geral, gestantes devem evitar vacinas feitas a partir de organismos vivos atenuados, como as de febre amarela, catapora, sarampo, caxumba e rubéola, pela possibilidade de infectar mãe e bebê. Apesar de não haver provas científicas de que elas façam mal ao feto, as informações ainda são limitadas e devem ser avaliadas caso a caso pelos médicos.
Outras imunizações, como contra hepatite A e B e tétano, são consideradas seguras.
Para informações específicas sobre doenças e áreas de risco no Brasil e no exterior, consulte o guia de "Orientação ao Viajante" no site da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).
7. Evite micoses como a candidíase
A gestação deixa as mulheres mais suscetíveis a candidíases, algo ainda mais comum de ocorrer durante viagens a locais quentes e úmidos. Para evitar infecções por cândida, vista-se com roupas leves, soltas e tecidos naturais como o algodão (inclusive nas peças íntimas). Deixe as calças justas e os jeans em casa.
Depois de nadar, troque o maiô ou biquíni molhado assim que puder. Antes de viajar, vale a pena conversar com seu obstetra sobre alguma pomada antifúngica para usar se necessário.
8. Escolha atividades seguras
O melhor a fazer é evitar esportes de contato ou atividades em que haja risco de queda ou trauma no abdome, como surfar ou andar a cavalo. Mergulhos e outros esportes envolvendo mudanças de pressão também não são recomendados devido ao risco de formação de bolhas de ar no sangue.
Escorregadores na água, tobogãs e um grande número de atrações de parques de diversão podem ser perigosos por causa de "aterrissagens" bruscas ou paradas e começos repentinos que podem machucar o bebê.
É bom também ficar longe de banheiras de hidromassagem e banhos de ofurô muito quentes, assim como saunas, já que alguns estudos apontam que a elevação da temperatura no início da gravidez pode aumentar o risco de problemas no feto.
Além disso, durante toda a gravidez, a elevação da temperatura causa queda de pressão e mal-estar, com sensação de desmaio.
Então não dá para fazer nada? Não é bem assim. Se você estava bem e já praticava esportes antes de engravidar, é provável que possa continuar a se exercitar até um certo momento da gestação (no caso de gestações de risco, contudo, o médico pode desaconselhar totalmente).
Há muitas atividades físicas seguras e gostosas para grávidas, como caminhadas, natação ou ioga.
domingo, 24 de janeiro de 2010
O milagre da Multimistura
Na última página da Revista Veja de 20 de janeiro me deparei com a crônica de Roberto Pompeu de Toledo " O milagre do Sorinho e outros milagres".
Ele relembra e discorre sobre o legado da Dra. Zilda Arns, criadora e administradora da Pastoral da Criança, morta na semana passada vítima do terrível terremoto que assolou o Haiti.
" O que mais espanta, na obra de Zilda, é o contraste entre a eficácia dos resultados e a simplicidade dos métodos. Nada de grandiosos aparatos, nada de invencionices"...dentre suas ferramentas básicas ela contou com " a escora da índole feminina. Noventa e dois por cento do voluntariado da Pastoral da Criança é constituído por mulheres. Uma tarefa dessas é séria demais para ser deixada por conta de homens. A mulher é muito mais confiável quando se mexe com assunto situado nos extremos da existência, como são os cuidados com o nascimento e a morte, a saúde e a doença."
Mulher é assim: se é complicada, também é perfeitinha: devota e dedicada!
Desde nem me lembro quando a Pastoral da Criança esteve dentro da minha própria casa. E no caso era o meu pai fazendo parte dos 8% do voluntariado masculino. Minha mãe juntava os ingredientes, mas era o meu pai quem preparava a multimistura, casca de ovo, semente de abóbora, de girassol, arroz, milho e outros ingredientes "singelos"; e eu chamava carinhosamente aquela mistura meio marrom, meio cinza , de "pózinho da fome".
Me lembro também de uma balança do meu pai, que se servia para pesar saco de feijão e de milho, também ia a campo pesar crianças nas comunidades.
Se o índice de mortalidade infantil em 1982 era de 82,8 mortos por 1000 nascidos vivos e hoje nas comunidades com atuação direta da Pastoral está em 13 por 1000, isto se deve ao trabalho de formiguinha de pessoas como o meu pai.
E isto me faz ter um imenso orgulho dele!!!!

