"Durante a gravidez, é importante que a futura mamãe tenha uma posição adequada para dormir, priorizando tanto o seu conforto como também a comodidade da criança que se encontra em formação. O sono é um período de descanso, requer tranqüilidade e boa acomodação para repor as energias do corpo.
Dormir se torna um desafio ainda mais complicado quando se aproximam os últimos meses de gravidez, a mulher não consegue lidar com o tamanho elevado da sua barriga e encontra desconforto. Segundo os ginecologistas, a melhor posição para a gestante dormir é virada para o lado esquerdo, assim ela não deposita peso sobre o seu abdômen.
Quando a barriga fica voltada para cima, o sangue bombeia oxigênio de forma lenta e o bebê pode ser prejudicado, já com o posicionamento lateral os batimentos do coração da mãe acontecem na proporção correta e os nutrientes são enfiados normalmente. "
Tudo muito lindo de se ler...mas encontrar posição confortável para dormir com este barrigão todo tem sido um verdadeiro desafio.
Minhas noites têm sido assim:
Começo deitando pelo lado esquerdo como manda os ginecologistas. Mas em pouco tempo a posição gera desconforto. Daí troco de lado. Desconforto novamente. Me levanto para fazer xixi. Daí quando volto para cama começa tudo de novo.
É assim que estou "aproveitando" bastante para dormir antes do parto...hehehe...
Eu gosto de recortar, picotar e fazer colagens desde nem me lembro quando. Eu achava as capas dos meus cadernos muito sem graça, então eu sempre dava um jeitinho de personalizá-los. Isto foi um hábito que começou nos meus cadernos, passou pelas minhas agendas e perdurou até a época de faculdade, quando obviamente a falta de tempo começou a falar mais alto.
Antes do grande evento das máquinas fotográficas digitais, eu colecionei muitas, mas muitas fotos tiradas com a minha amada máquina canon analógica que continua guardadinha dentro do meu armário. Tenho coragem de desfazer dela não.
Daí mandava revelar e catalogava carinhosamente nos álbuns de fotografia, que se por um lado não se apresentavam artisticamente, tinham muito de organização e cronologia. Um primor.
Com a era digital, o que ganhamos em liberdade (disparamos uma foto atrás da outra sem pensar muito, pois a foto sai de graça: não gostou apaga!), perdemos no quesito armazenamento.
O que acontece comigo é que pela falta de tempo, acabo esquecendo as fotos em pastas no computador. E já aconteceu por 2 vezes de eu perder grande parte do meu arquivo de imagens. Aí é sentar e chorar. Fazer o quê? Quem mandou não gravar em CD ou DVD para arquivar a salvo? Quem mandou não escolher pelo menos as melhores de cada evento e revelar em papel para guardar em álbuns como antigamente?
Então, desde a última vez que perdi meus arquivos, ando pensando seriamente em me organizar melhor. Os bebês vão nascer e, é lógico que quero acompanhar com muitas imagens o desenvolvimento e o crescimento dos pequenos, me garantindo de não perder imagens.
E como isto estava pipocando na minha cabeça resolvi colocar em prática um antigo sonho: fazer um curso básico de scrapbook. Uma maneira bacanérrima de eternizar momentos.
E aí está os 2 projetos que fiz na aulinha básica:
Preciso dizer que Paulinha e Otávio terão um álbum de scrap?
Só espero que tenha tempo para executar a ideia...
As respostas de 40 mil pediatras às dúvidas de mães e pais.
A Sociedade Brasileira dePediatria (SBP) e a Editora Manole lançaram o livro “Filhos – da gravidez aos 2 anos de idade” (376 págs), no último mês de outubro. É a primeira publicação do gênero voltada não apenas para as mães, mas também para os pais, destacando seu pape le orientando a família, sobre as questões mais atuais da realidade brasileira, relacionadas à vida moderna, e também as eternas dúvidas dos casais, com orientações cientificamente atualizadas e em linguagem de fácil compreensão.
Escrito por 34 autores diretos e a partir dos Departamentos Científicos da SBP, com destaque para os mais ligados à puericultura, o livro representa o consenso dos pediatras do País.
Completo, “Filhos” inclui temas tradicionais, sobre o acompanhamento obstétrico, o preparo para o parto, os critérios para a escolha do pediatra e da maternidade, os primeiros cuidados em casa, com leitura rápida facilitada por ícones. Mas vai além, com mais informações e indicando, inclusive, sites confiáveis para consulta complementar.
Apresenta dicas práticas importantes para a amamentação e desfaz mitos, indicando também como proceder no desmame e na transição para uma alimentação balanceada.
Possui calendário de vacinas em cada idade e orientação sobre os dentes, a pele, a educação, a saúde mental, a criação do vínculo afetivo entre mãe, pai, família e criança, as situações especiais, além dos exames para avaliação da visão, da audição, e até as brincadeiras ideais para proporcionar a estimulação adequada.
É um guia prático, completo, até os dois anos e que, muito em breve, será complementado por outros livros que vão acompanhar a vida das crianças e adolescentes.
Depois de toda esta propaganda, merecia um cachê...hehehe...
Namorei este livro desde a sua publicação no ano passado. Daí, resolvi comprá-lo no mês passado e já li a metade do livro.
Bastante completo, masno quesito amamentação, vai contra o que diz o livro Nana Nenê. A SBP é a favor da livre demanda na amamentação do recém nascido, ou seja, o peito deve ser oferecido ao bebê sempre que solicitado, sem horário para mamadas...
Olha o nó se formando aí na minha cabeça de mãe de primeira viagem...
Estou me sentindo meio no mundo da lua!!! Cabeça lá não sei aonde, esquecendo de tudo!!!!
"A desatenção e o esquecimento são muito comuns durante a gravidez e não se configuram como um problema médico, embora possam ter origem física. Há até pesquisas que sugerem que o tamanho do cérebro da mulher pode ficar alterado no período da gestação.
Em um desses estudos, um psicólogo da Universidade do Sul da Califórnia descobriu que as mulheres ficam com a função cognitiva prejudicada durante a gestação -- elas não conseguem manter memórias de curto prazo e a concentração, e perdem um pouco da capacidade de reter novas informações. Uma outra pesquisa indicou, contudo, que ratas fêmeas que eram mães aprendiam mais rápido e tinham melhor capacidade de resolver problemas do que ratas virgens. Isso quer dizer que, no longo prazo, você sai no lucro!
Não se deve subestimar também que o esquecimento pode ter suas raízes na expectativa que você sente em relação às enormes mudanças de vida que estão por vir. Isso sem contar tudo de prático que uma futura mamãe tem que organizar antes do nascimento do bebê, que já seriam suficientes para ocupar a cabeça de qualquer pessoa.
Como lidar com esta sensação de estar avoada:
Tente criar estratégias para lembrar do que realmente importa e diminuir sua frustração:
• Tenha na bolsa um caderninho para escrever lembretes a qualquer momento (e consulte as anotações diariamente). Tenho feito isto com frequência.
• Faça um calendário bem detalhado de atividades e datas.
• Reúna itens que usa com frequência, como chaves e óculos, no mesmo lugar.
• Fale em voz alta coisas que não quer esquecer, para memorizá-las melhor.
A verdade é que esse estado de esquecimento durante a gravidez pode ser um ótimo motivo para levar você a simplificar sua vida. Claro que é sempre muito mais fácil falar que fazer, mas não se imponha tarefas demais para dar conta antes do nascimento do bebê. Afinal, a faxina e remodelação geral dos armários da cozinha pode esperar.
Caso esse seja seu primeiro filho, arranje tempo para tomar banho com calma, conhecer um novo restaurante, ir bastante ao cinema, botar a leitura em dia ou programar uma escapada de fim de semana. Se você já tem filhos, já descobriu o quanto é importante ter ajuda de alguém para dar um pouco de tempo livre a você e seu parceiro. Em resumo, tente relaxar o máximo que puder, já que isso só vai fazer bem para a sua mente."
Minha amiga Fabíola me enviou este texto por e-mail.
Para pensar e ir se acostumando com a ideia.
"Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autônomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos. Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga. E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso. O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.
Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo! Então, de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.
E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento? Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice? Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são do mundo!
Três dias na cobertura da tragédia no último reveillon, na pousada Sankay,
em Angra dos Reis, em olhos grudados em fotos, tevê e internet, vozes chorosas de mães e tios ao telefone me fizeram pensar nessa dor gigantesca que deve ser para um ser humano devolver o que mais amou nessa vida, mas nunca foi seu! E, principalmente, me fez entender que mais do que corajosos, nós, pais, somos loucos por correr o risco de amar tanto sem garantias.
Volto para casa ao fim do plantão, início de férias, mais tempo para os fllhos, olho meus pequenos pimpolhos e penso como seria bom se não fossem apenas empréstimo! Mas é. Eles são do mundo. O problema é que o meu coração já é deles."
Autor desconhecido ( mas concluo que deve ser de algum jornalista!)
Essa massagem para bebê ficou conhecida no Ocidente durante a década de 1970, quando o obstetra francês Frédérick Leboyer passeava pelas ruas de Calcutá, na Índia, e viu uma moça paraplégica, que se chamava Shantala, massageando seu filho. Ele ficou encantado com o ritual de harmonia e ternura entre os dois e voltou ao local onde ela estava por vários dias para fotografar a sequência de movimentos. Ao retornar à França, o médico publicou o livro Shantala: Uma Arte Tradicional, Massagem para Bebês (Editora Ground), traduzido para o português em 1976.
Tive a sorte deste livro aí, o original, cair em minhas mãos, através da Belinha, namorada do Fred, meu enteado nº 3.
Livro fácil e de rápida leitura. Será mais útil para consultas quando os bebês estiverem prontos para receber a massagem e daí ser consultado no passo a passo.
Na vida intra-uterina o bebê passa por experiências de contato íntimo e completo com a mãe. Ele se sente amparado, amado, seguro. O tato é o maior órgão e o mais desenvolvido no bebê já nessa fase. E essas trocas são necessárias para a sua estabilidade física, emocional e energética.
Os movimentos do corpo da mãe, bem como as contrações uterinas ainda na gestação são as primeiras massagens que se intensificam no trabalho de parto, provocando uma grande preparação para a primeira inspiração do bebê.
A massagem é diária, a partir de 1 mês de idade, isso porque, antes disso, fica difícil encontrar uma brecha entre as trocas de fralda, as mamadas e os longos períodos de sono. Tem uma sequência, uma direção a serem seguidas que dão a base da intenção para a qual ela existe.
Baseando-se nos canais e centros energéticos do corpo. Se observarmos isso teremos um retorno 100% benéfico para o bebê.
O que acontece com a massagem nos bebês, é que o toque, o carinho provoca um aumento da auto-estima e consequentemente da imunidade.
Como a massagem é feita diariamente é importante manter um ritmo. Atua sobre todo o sistema neurológico equilibrando-o. Desenvolve o coordenação motora. Atua ainda sobre a musculatura, articulações.
Alonga e promove eliminação de tensões, bloqueios. Previne e alivia as cólicas intestinais. Facilita um sono tranquilo e profundo. Enfim, transforma o bebê num bebê saudável em todos os aspectos.
Ao fazer a massagem a mãe (pai) conversa com as mãos e o olhar.
É fundamental desenvolver esse outro diálogo e fazer a massagem em silêncio. O ambiente deve estar aquecido e agradável. Pode ter uma música suave de fundo, que facilitará a interação.
Todos os bebês podem ser massageados desde 1 mês e até quando ambos quiserem. Não tem limites. Pode-se iniciar em qualquer idade. Respeitar a vontade e a disponibilidade do bebê é que é o grande segredo. Nada de imposição! A pessoa que faz também, além de se preparar adequadamente, relaxando, se transformando num canal para passar a energia vital, também usufrui desses momentos.
Essa troca é inevitável porque a massagem deve ser feita sobre as pernas da mãe (pai), mantendo assim uma proteção muito grande por estar dentro do campo áurico de quem faz. É realmente um ritual de paz de segurança, de tranquilidade e de amor. É o Yoga do bebê, de profunda meditação.
A criança que recebe amor na infância será um adulto equilibrado,sem traumas e que transmitirá sentimentos altamente elevados para com os seres humanos e toda a natureza.
Através de uma dica da minha amiga Roberta, procurei a Maternidade Odete Valadares , para me inscrever no Curso gratuito sobre Amamentação para o casal Grávido.
O contato inicial foi pelo telefone e fui informada que para o curso de abril não há mais vagas, mas meu nome será incluído caso haja alguma desistência. Fui informada que poderia fazer uma visita pessoalmente, sem a necessidade de marcação de horário, para obter informações sobre amamentação pessoalmente.
Não perdi tempo e lá fui eu.
Fiquei encantada com o trabalho desenvolvido na instituição. Lá funciona um Banco de Leite Humano, referência no estado de Minas Gerais, e toda a assistência necessária para a gestante que deseja amamentar e para a lactante. A gente não sabe destas coisas até que elas comecem a fazer parte do mundo da gente, não é mesmo?
Fiz uma ficha de identificação e fui prontamente atendida, onde pude colocar minhas ( ainda poucas!) dúvidas. Fui informada pela secretária de que no mês de abril deverá abrir um outro curso onde possivelmente serei encaixada. Êba!!!
No final recebi a orientação de que , tendo dificuldades na amamentação após o nascimento dos bebês, tenho livre acesso ao atendimento oferecido lá no Banco de Leite. Tudo isto gratuitamente.
Na saída recebi esta cartilha com informações sobre amamentação: