terça-feira, 8 de junho de 2010

Sobre arrotos e puns

Andei pensando nas incoerências da vida.

Um bebezinho bem pequeno se acostuma com os adultos que dele cuida batendo nas costas dos coitados por minutos a fio na esperança de aparecer um arroto. E um arrtotinho discreto não resolve. A gente não acredita nele. Tem que ser daqueles bem robustos que dá prá ouvir em alto e bom som!

Também achamos ótimo que eles soltem bastante pum. Quanto mais melhor. Se for daqueles tipo metralhadora até achamos bonitinho e rolamos de rir.
É que quanto mais os pequenos soltam gases, melhor. Menos probabilidade de aparecerem as temíveis cólicas. Ou se elas aparecerem, pelo menos serão mais brandas, e todo mundo vai ficar mais feliz.

Pois é...

Estes mesmos bebezinhos crescem um dia, e tanto o arroto quanto o pum são desencorajados e, por vezes, severamente repreendidos. São sinônimos de falta de educação.

A cabecinha dos pobrezinhos deve borbulhar...vai entender estes adultos!!!

Um comentário:

Carolina disse...

Pois é... vai entender esses adultos malucos!
kkk
Adorei a postagem, Silvinha!