terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Grávida: o que não pode faltar na mala

Ao viajar para longe de casa grávida, seja a negócios ou por turismo, é sempre bom garantir que nada faltará na sua bagagem.

A seguir uma lista de documentos e outros itens importantes para levar na mala de mão ou na bolsa.

1. Passaporte, caso viaje ao exterior, carteira de identidade e habilitação.
Parece óbvio, mas com a cabeça avoada típica da gravidez vale a pena dar uma segunda checada antes de sair de casa.

Viajando dentro do Brasil e para os países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), você só precisará da identidade e da habilitação, caso pretenda alugar um carro.

Para outros países, leve o passaporte com o visto em dia (verifique isso antes). A carteira de motorista também será necessária para o aluguel de um carro.

2. Atestado do obstetra
Caso vá viajar em um estágio mais adiantado da gravidez (a partir da 28ª semana), peça uma carta ao seu médico contendo a data prevista para o parto e atestando que você está em condições de viajar.

3. Remédios
Leve os remédios que tem autorização do obstetra para tomar durante a gravidez, porque nunca se sabe, mesmo dentro do próprio Brasil, se será possível encontrá-los em outros lugares com facilidade.

Se estiver viajando para fora, é bom ter também uma receita médica para essas medicações, porque poderá ser necessário apresentá-la em certos países. Na dúvida, peça mais orientações ao agente de viagens.

4. Informações do seguro médico
Esclareça com sua seguradora, antes de viajar, qual a área de cobertura do seu plano e como ele funciona em outras partes do país.

No caso de viagens internacionais, há empresas especializadas em seguro de saúde por um período limitado. Se adquirir esse tipo de seguro, faça cópias da documentação e coloque-as em malas diferentes (por exemplo, uma na sua bolsa e uma na mala). Tenha também um número de contato da seguradora no país para onde vai.

Não deixe de se informar previamente sobre os serviços de saúde em geral do local que visitará. Veja se há hospitais de grande porte, atendimento de emergência, postos de saúde e ainda se a rede é pública (como no caso de muitos países europeus) ou majoritariamente privada (como nos Estados Unidos).



Fonte: http://www.babycenter.com/

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